Programa De Olho na Cidade

Colbert fala pela primeira vez após soltura

Em entrevista ao âncora Dilson Barbosa no programa Bom Dia Feira na manhã deste sábado (13), o ex-deputado Colbert Martins falou pela primeira vez após deixar a detenção da Polícia Federal, no Macapá, onde se encontrava desde a ultima terça-feira (10).

De acordo com ele, o avião deixou Macapá por volta da 1h20 da manhã deste sábado e no começo da manhã chegou a Brasília. Colbert agradeceu a confiança e o apoio dado por todo o povo feirense, “aqueles que puderam entender diferente, eu vou tentar convencê-los do contrário”, afirmou.

O ex-deputado explicou que chegou ao cargo no Ministério do Turismo no dia 16 de março e no dia 13 de abril, chegou a documentação para que fosse liberado os recursos do referido convênio em Macapá. “Se tivesse qualquer nota do TCU (Tribunal de Contas da União) eu não teria assinado, se tivesse qualquer recomendação do Ministério Público, sugestão, recomendação, eu não teria feito”, declarou. Foi em virtude desta assinatura que seu nome foi incluído entre os investigados e presos.

Ele afirmou ter ficado muito chateado quanto a liberação de imagens enquanto ele e os demais estavam detidos.

Momento da prisão

Colbert afirmou que esteve no Piauí para um evento sobre investimentos da sua secretaria, quando o Ministro dos Esportes convidou a ele e o Ministro do Turismo, Pedro Novais, para que fossem a uma festa para personalidades dos esportes, em São Paulo. Ele retornaria no mesmo dia para Brasília. “às 8 horas da manha eu chego em Congonhas e me aborda uma pessoa muito educada, com um mandado de prisão contra mim” e ressaltou não entendi”. Colbert destacou que foi muito bem tratado  e neste momento não foram usadas algemas. Neste momento eles foram levados para um departamento da Polícia Federal e depois, no momento de embarcar para Macapá, as algemas foram usadas.

“Eles diziam que era uma questão de rotina, padrão”, salientou. O ex-deputado disse ainda que  algumas das pessoas detidas junto com eletinham mais de 60 anos e duas haviam passado recentemente por tratamento contra o câncer e ainda tomavam medicamentos. “Medida que se for padrão devia ter repensada”, avalia.

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