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JMJ: religiosos da Amazônia esperam resgate de jovens drogados

Com uma fé reanimada e a esperança em dias melhores, religiosos marianos da Amazônia participam da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Para eles, a JMJ é uma oportunidade para que a Igreja supere os seus desafios sociais, entre eles o uso e o tráfico de drogas entre os jovens.
 
“Isso tem levado à morte de muitos jovens nos últimos anos. A Igreja da Amazônia tem se preocupado. Por isso, buscamos fazer uma atividade mais forte junto aos jovens em situação de vulnerabilidade”, explicou o Irmão Jorge Luis Maia, integrante de uma caravana de 14 maristas do estado do Amazonas.
 
Ainda segundo o religioso, a expectativa entre os católicos, especialmente da região Norte do país, é que os pronunciamentos do papa Francisco fortaleçam a luta da Igreja contra as drogas.   
 
“Esperamos a compreensão com os jovens que estão debilitados e precisam de tratamento e que se chame a atenção para que as autoridades procurem fazer algo para resgatar esses jovens”, disse o Irmão Jorge.
 
A estimativa é que cerca de mil religiosos maristas estejam participando da JMJ. “Ser marista é ser presença de Maria no mundo. Essa é a nossa maior vocação”, afirmou o religioso.    

Kleiton Costa, com informações de Jorge Biancchi.

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