Programa De Olho na Cidade

Falta de protocolo em condomínios pode deixar doentes desassistidos e moradores expostos

A pandemia do coronavírus no condomínio, bem como outras doenças infecciosas, não é tarefa fácil.  O distanciamento social segue sendo a principal medida de prevenção para deter a disseminação do novo coronavírus. Porém, com mais pessoas passando mais tempo em casa, muitas trabalhando ou estudando, é fundamental que todos entendam as principais regras de convivência em condomínio para evitar riscos e problemas neste período.

“Grande parte das pessoas não tinha o hábito de ficar a maior parte do dia dentro de casa. As alterações na rotina de todos já duram meses e, em meio a mudanças, o conflito entre vizinhos por conta de barulhos e comportamentos indevidos tende a aumentar”, contou.

De acordo com a advogada Flávia Carvalho, especialista no segmento, um dos papéis do síndico nesta pandemia é reforçar a importância da harmonia e do respeito entre os moradores, além dos cuidados com as doenças.

“Quando falamos em regras de convivência em condomínio, não nos referimos apenas em não atrapalhar o sossego e o bem estar dos vizinhos. Em tempos de pandemia, a boa convivência também pede respeito às medidas que visam proteger a todos e reduzir as chances de contágio pelo novo coronavírus, é uma questão de bom senso relatar ao sindico que está doente”, pontuou.

Ela diz ainda que durante a pandemia, as regras de convivência em condomínio se tornam ainda mais importantes para que todos possam lidar com esse momento difícil, evitando dores de cabeça desnecessárias.

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